II Prêmio de Dança Caxias reúne talentos e celebra a força da dança

Caxias recebeu mais uma grande celebração da arte e da dança com a realização do II Prêmio de Dança Caxias, evento realizado na Praça Dom Luís Marelim, que é uma contrapartida da Lei Aldir Blanc de fomento a cultura, que reuniu bailarinos, professores, grupos e amantes da dança em uma programação marcada pelo talento, dedicação e diversidade de estilos.

“A Lei Aldir Blanc de fomento, que é uma lei nacional impulsiona a dança. É um prêmio competitivo, e uma forma de levar e expandir a cultura. São vários tipos de dança, dança popular, estilo livre, não é apenas para balé e contempla várias linguagens artísticas”, destaca Sara Ghilardi, professora.

“A gente vai fazer uma participação dentro da escola municipal de dança, com meus alunos, e vem uma galera aí. O impulsionamento da lei é muito importante, porque é o fomento. Sem a lei a gente consegue fazer, mas é tímido, mas o fomento ajuda a impulsionar, ela dá esse up e ajuda a fortalecer a cultura no Estado”, destaca Kardu, professor de Dança.

“É legal a gente poder se desenvolver. Eu conheci através do Instagram, comecei dançar, gostei e não vou parar de dançar”, frisa Maria Vitória, aluna da escola de Dança.

Ao todo, foram 42 apresentações realizadas por 36 grupos, proporcionando ao público uma verdadeira mostra da produção artística desenvolvida no município. Participaram integrantes da Escola de Dança Wilson Ghilard, do Projeto Arte na Escola e da Escola Municipal de Dança, além da participação especial do grupo Cosmes e Balaios.

“Esse fomento a cultura de massa é importante, onde eles são avaliados e mostram o trabalho. É importante proporcionar esse espaço, e a avaliação vai mostrar o que ele acertou, o que ele precisa melhorar. Ano passado tivemos 30 apresentações, e este ano 40 apresentações”, frisa Wilson Ghilard, Coreógrafo.

“A criança é reflexo de todas as técnicas e todo um conjunto que ela vai aprendendo dentro da academia. A gente como mãe, ficamos felizes e satisfeita, e ao vê o modo que ela se porta no dia a dia”, destaca Raya Monteiro, mãe.

Cada apresentação levou ao palco diferentes formas de expressão por meio do movimento, evidenciando o trabalho desenvolvido nos espaços de formação e nos grupos de dança de Caxias. Para os participantes, o prêmio também representa uma oportunidade de mostrar o resultado de meses de ensaios, dedicação e aprendizado.

“É lindo de se ver, as crianças aprendendo uma coisa nova. O coração ficou a mil por hora, e orgulho da filha que a gente tem”, disse Francisco de Assis, pai.

“O grupo surgiu no período da Pandemia, o nosso foco é ancestralidade. Vamos falar sobre Negro Cosme, Duque de Caxias, Manoel Balaio, e vamos retratar através do espetáculo Guerra no Ar”, frisa Auro Almeida, Cosmes e Balaios.