Campanha Junho Violeta chega ao Centro de Referência de Assistência Social do bairro Pirajá

Respeito, cuidado e proteção à pessoa idosa foi o tema de uma palestra realizada pela equipe do Centro de Referência de Assistência Social do bairro Pirajá, nesta quinta-feira (18). A ação reuniu assistidos do serviço para um momento de orientação e conscientização.

A supervisora do Centro de Referência de Assistência Social Pirajá, Alaíde Raíza, explicou o objetivo da ação. “O público que nós estamos abrangendo hoje com essa atividade é o nosso público assistido, que são crianças da primeira e segunda infância, crianças da primeira infância, o nosso grupo de mulheres da Zumba e toda a comunidade. Hoje, a gente traz a temática do Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa, e o objetivo principal é trazer a conscientização para os nossos grupos assistidos, porque a gente sabe que ainda existem muitos maus-tratos aos idosos, vários casos de violência, e o intuito maior é conscientizar, desde as crianças até o público adulto e os próprios idosos também”, disse.

A atividade teve como foco esclarecer sobre os direitos da pessoa idosa e informar sobre os serviços e canais de denúncia disponíveis para este público. Além da palestra, a programação contou com uma dinâmica e um aulão de dança, proporcionando momentos de bem-estar e valorização da pessoa idosa.

A assistente social do Centro de Referência de Assistência Social do bairro Pirajá, Maria do Rosário, falou sobre os temas abordados. “É momento de reflexão sobre as questões sociais e de vulnerabilidade social que envolvem a pessoa idosa. Vamos explicar que existem várias violações dos direitos da pessoa idosa e é uma forma de prevenção”, frisou.

A iniciativa integra a programação da Campanha Junho Violeta, que tem como objetivo sensibilizar a sociedade para a prevenção e o enfrentamento da violência contra a pessoa idosa. A assistida Francisca da Silva elogiou a iniciativa. “É muito importante, pois para cuidar dos idosos é preciso ter muita paciência. Temos que saber também dos nossos direitos. Eu acho muito boas as atividades que passam aqui”, disse.

“É importante para a gente ficar atento, ficar sabendo, pois, às vezes, não sabemos o que está acontecendo e é bom ter alguém para nos alertar”, finalizou a assistida Maria Deusenir.