O Centro de Convivência de Idosos do bairro Trizidela levou para as ruas uma mensagem de cidadania, participação e valorização da pessoa idosa durante o desfile cívico. Atualmente atendendo 117 idosos, o Centro participou do momento para mostrar que envelhecer não significa deixar de participar da sociedade, mas viver novas experiências, ocupar espaços e exercer direitos.
“A grande importância é relembrar, que apesar da idade avançada, o idoso é um cidadão que valoriza o seu país, que sabe dos seus direitos e deveres”, destaca Edilson Sousa, professor.
“O idoso tem direitos e deveres. Eles estão relembrando o que foram na adolescência. A pessoa idosa ainda vota, luta por seus direitos. Eles sabem o que querem”, frisa Mabel Medeiros, coordenadora dos Centros de Convivência e Idosos.
Os idosos, acompanhados da Banda da Escola José Castro desfilaram levando consigo uma mensagem de reconhecimento e pertencimento. A participação representa a oportunidade de reafirmar que os idosos existem, têm direitos, possuem voz e continuam ativos na construção da comunidade.
“Este é o primeiro desfile que fazemos, em homenagem ao 7 de setembro e ao Setembro Amarelo. A gestão municipal está nos dando todo esse apoio. Os idosos são conscientes dos seus deveres e este é um momento ímpar”, ressalta Núbia Rodrigues, supervisora do Centro de Convivência de Idosos do bairro Trizidela.
Os profissionais da Unidade Básica de Saúde do bairro Trizidela também participaram do desfile, que também simbolizou a importância das políticas públicas voltadas à terceira idade e da criação de espaços que promovam convivência, autonomia, socialização e qualidade de vida.
“É um dos dias mais importantes para nós idosos. Para mim é uma felicidade”, disse Rosilane Pimentel, assistida.
“Nós temos uma parceria muito boa com o Centro de Convivência de Idosos. A gente traz informações a eles, eles tem uma consciência de saúde muito boa”, disse Graciara Lima, enfermeira da Unidade Básica de Saúde da Trizidela.
O desfile ajuda a combater estereótipos relacionados ao envelhecimento. Ao ocupar o espaço público, os participantes mostram que a idade não determina a capacidade de sonhar, aprender, conviver, celebrar e contribuir com a sociedade. O desfile foi, uma demonstração de vitalidade, cidadania e orgulho de envelhecer com dignidade.
“Eu achei o desfile lindo”, disse Alzimar Abreu, aposentada que parou para assistir.